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Fanfic: Batman Resigns – Parte 8

Pessoal, desculpem-me pela falta da postagem da terceira parte de “Um Sussurro nas Trevas” hoje. Devido a alguns compromissos (acertando tudo pro trabalho novo), tive que fazer só o mínimo. Mas semana que vem tudo volta ao normal. Ou melhor, ao anormal cthulhiano de sempre.

BATMAN RESIGNS

Capítulo VII

batman8“Agora que encontrei aquilo que tanto procurava, será algo no universo capaz de me fazer vestir a capa do Batman novamente?”.

Duas semanas depois.

Um campo verdejante nos arredores da Mansão Castlewood. Tarde de céu azul sem nuvens, sol agradável, brisa carinhosa. Nesse perfeito cenário bucólico, Bruce e Elizabeth encontram-se sentados sobre uma toalha xadrez disposta em cima da grama, desfrutando tranqüilo e saboroso piquenique. Enquanto o milionário retira uma torta e um jarro de suco de dentro de uma cesta, a lady suspira, olhando para a paisagem com ar viajante:

–       Será que isto é verdade?

–       Como assim? – indagou Wayne, levantando a cabeça para fitar a jovem.

–       Eu me refiro a você, nosso amor, este dia lindo… Será mesmo realidade, ou tudo não passa de um daqueles prazerosos sonhos que temos nas noites de verão?

–       Sou incapaz de responder com certeza, minha querida, mas algo posso lhe garantir… – afirmou Bruce, aproximando seu rosto da bela e jovial face da amada. – Mesmo se isto for um sonho, cuidarei para que nunca acordemos.

Trocaram em seguida um beijo ardente, suas mentes levitando conforme seus lábios e línguas se moviam acompanhando os passos da dança da paixão. Eles formavam um casal perfeito, duas almas que se completavam. Eram felizes, afinal.

–       Vou te amar para sempre, Elizabeth – disse Wayne. – Nunca quero perdê-la, nunca!

E, abraçados, contemplaram o horizonte. Por um momento, Bruce tentou imaginar como estariam as coisas do outro lado do Atlântico, porém pouco depois voltou novamente a atenção para a mulher de sua vida.

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Banco Nacional de Gotham.

Oito bandidos usando jaquetas roxas e óculos escuros apontavam submetralhadoras Uzi para os funcionários e clientes. Enquanto isso, Arlequina, armada com uma pistola automática, forçava uma pobre jovem que sofria de hipertensão a recolher todo o dinheiro dos caixas.

–       Rápido com isso! – ordenava a palhacinha maligna.

Chorando, a moça retirava os maços de notas, atirando-os dentro de um saco verde. Ela tinha quase todo o corpo dormente, mas prosseguia na tarefa temendo ser morta pela criminosa. Quando todas as gavetas já haviam sido esvaziadas, Arlequina apanhou bruscamente o dinheiro, fazendo a funcionária cair de joelhos aos prantos. Foi nesse instante que os presentes ouviram um som inesperado. A grade de um dos dutos de ventilação no teto fora arrancada com violência, despencando com um estrondo sobre o piso. Os asseclas do Coringa não eram os únicos invasores ali.

As armas foram imediatamente apontadas na direção do indivíduo que saltou pela abertura: trajes possuindo um tom azulado, máscara com duas pontas que lembravam chifres. Sua vasta capa negra cobria o chão ao redor de si como se ele houvesse brotado das profundezas infernais.

–       É o Batman! – gritou um dos capangas, inegavelmente assustado.

O símbolo na elipse peitoral estava um pouco diferente, a armadura no abdômen também, mas aquela figura parecia ser mesmo o temido Cavaleiro das Trevas. Num piscar de olhos ele avançou rumo a um dos assaltantes, golpeando-o fortemente no rosto com um soco bem dado. Mal a primeira vítima caía desacordada no chão, o justiceiro já avançava até um segundo bandido, derrotando-o com uma série de chutes furiosos antes que este pudesse pressionar o gatilho.

O terceiro meliante chegou a disparar, todavia Batman fez a bala ricochetear ao proteger-se com uma de suas braçadeiras metálicas. Encurralou o inimigo junto a um canto e, veloz e ágil, quebrou-lhe o pescoço num abraço mortal. Até então, Arlequina apenas observava, um sorriso estampado na face maquiada.

A seguir, dois criminosos atacaram o adversário simultaneamente. O primeiro recebeu um chute na virilha, retrocedeu devido à dor e apagou de vez ao levar dois socos no nariz, que se transformou numa indefinível massa vermelha. O outro não tardou a ser vencido por Batman, que certamente usava um soco-inglês por baixo de cada luva: recebeu um golpe no estômago, depois um segundo no tórax e por fim desabou com um chute bem no meio da face.

Restavam três peões e a rainha, esta ainda sem reagir. Esquivando-se de tiros, o vigilante investiu ferozmente contra o trio de bandidos, quebrando os joelhos de um deles. Houve um grito de dor, seguido do barulho de mais um pescoço sendo partido. Aquele ainda de pé finalmente tombou ao perder boa parte dos dentes devido a um soco que parecia tão potente quanto uma locomotiva.

Batman e Arlequina se encararam, separados por cerca de dez metros.

O Morcego tomou a iniciativa, correndo até a assistente do Coringa como um touro furioso. A mulher, sem perder a calma, apenas apanhou uma espingarda calibre 12 que trazia presa às costas, engatilhou-a e disparou, soltando uma gargalhada. Atingido pelos projéteis, o justiceiro caiu gravemente ferido, uniforme e capa banhados em sangue. Seu sangue.

Agonizando, Batman viu a inimiga se aproximar, armada novamente com sua pistola. Seu riso não cessava, zombando do oponente humilhado. Falhara e ia morrer. Não havia salvação ou chance de reagir. Sentindo o líquido quente que lhe deixava o corpo verter por seus lábios, armadura em pedaços, o Cavaleiro das Trevas ouviu Arlequina exclamar:

–       Você não é o Batman! Ele não cairia tão facilmente!

O perdedor fez menção de responder, porém foi interrompido pelo tiro efetuado contra sua cabeça. A palhacinha continuou a rir, pisando na poça rubra que cercava o cadáver inerte.

Horas mais tarde, no noticiário noturno da rede GNN, um jornalista de cabelos grisalhos e face inexpressiva informou aos telespectadores:

–       A polícia identificou o falso Batman morto hoje à tarde no Banco Nacional de Gotham como um jovem de descendência francesa chamado Jean-Paul Valley, residente próximo ao Robinson Park. Os parentes estão desolados.

A imagem se ampliou, revelando a presença de uma repórter loira no estúdio, sentada próxima ao âncora, que disse a ela:

–       Chloe, você é conhecida por sempre ter defendido o Batman. Que tem a dizer a respeito do exemplo que ele deixou aos habitantes de Gotham, fazendo com que rapazes como Jean-Paul, que tinha uma vida inteira pela frente, seguissem sua péssima conduta de fazer justiça com as próprias mãos?

Irritada, Sullivan replicou:

–       Batman era nosso guardião. Ele fazia o que era necessário, aquilo que ninguém mais tinha coragem de fazer. Responda-me, Trevor, como estamos sem ele? Frágeis e indefesos, enquanto o Coringa faz o que quer em Gotham! O mundo precisa de um Batman, por mais que tentem provar o contrário!

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Castlewood.

Na mesma sacada onde numa manhã Bruce encontrara Elizabeth pintando um quadro, os dois amantes estavam enlaçados num beijo demorado e delicioso. Quando suas bocas se separaram, Wayne fitou os olhos brilhantes da lady e disse, seguro de si:

–       Meu amor, eu pensei muito sobre nós dois, sobre o que estamos vivendo… E tomei uma decisão.

Silêncio. Segundos depois, a jovem perguntou sorrindo:

–       Qual?

–       Dentro de poucos dias Gotham City comemorará seu 217º aniversário. É a oportunidade perfeita de eu voltar para lá e encarar sem medo a opinião pública. Estou disposto a revelar tudo à população, inclusive a verdadeira identidade do Batman. Eu contarei tudo, e assim sepultarei definitivamente essa minha segunda personalidade. De agora em diante serei feliz, querida. Feliz ao seu lado. Você aceita ir viver comigo na América?

Elizabeth respondeu prontamente:

–       Mas é claro, meu amor! Estando junto de você, eu aceitaria me mudar para qualquer lugar do mundo!

Trocaram um outro beijo, desta vez rápido. Depois, Bruce, abraçando-a com ternura, voltou a mergulhar no olhar meigo e sonhador daquela incrível mulher e, com seriedade ainda maior, continuou a falar:

–       Isso não é tudo. Ainda há uma outra resposta sua que eu preciso ter.

Sendo admirado pela nobre, que tinha o coração disparado e mal podia conter sua excitação, o milionário ajoelhou-se diante da amada e retirou algo de um dos bolsos do casaco. Era uma pequena caixinha preta. Abrindo-a de frente para a jovem, olhos molhados como os dela devido à emoção, deixou à mostra um caro e reluzente anel com um diamante incrustado. A indagação a seguir foi ao mesmo tempo vital e desnecessária:

–       Elizabeth Castlewood, quer se casar comigo?

–       Sim, sim, meu amor!

Novo abraço, novo beijo. A alegria os dominava. Seriam felizes, se amariam eternamente. Finalmente deixariam para trás, juntos, toda a dor e angústia que há anos os perseguiam.

Poderia haver uma nova tempestade após tão duradoura bonança?

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Noite. Um dos bairros mais perigosos de Gotham.

Pelas ruas escuras e tenebrosas, violentas gangues proliferam. Nas sombras ocultam-se traficantes, viciados, prostitutas, ladrões, todos aguardando a primeira oportunidade de obter lucro ou bem-estar ilicitamente. Um ninho de cobras, um antro de perfídia.

Num dos becos desse distrito tão repulsivo, aglomeram-se indivíduos trajando jaquetas de cores escuras, calças jeans e tênis de marca. São, em sua maior parte, jovens entre quinze e vinte anos de idade. Em seus rostos há visores que lembram filmes de ficção científica; em suas mãos, bastões de néon que giram habilmente por meio dos dedos. Unidos por laços de proteção e interesse, sem contar a garantia de dinheiro fácil, aqueles rapazes e moças compunham o traiçoeiro grupo criminoso conhecido como Gangue Mutante.

E lá estavam eles. Drogando-se, ficando, “curtindo uma”, como diriam. Até que alguém que não pertencia ao bando penetrou no beco. Tratava-se de um homem de pele branca como giz, usando terno roxo, chapéu de abas largas da mesma cor e empunhando uma bengala. Era seguido por uma mulher vestida de bobo da corte, traje vermelho e preto. Logo atrás vinham alguns sujeitos que aparentemente eram capangas, jaquetas roxas no corpo; óculos escuros e bonés pretos na cabeça.

–       Tem carne nova no pedaço! – exclamou um dos Mutantes, lançando um olhar sensual para cima de Arlequina.

A palhacinha ignorou-o, e simultaneamente Coringa perguntou a um trio de meliantes que veio fechar-lhe o caminho:

–       Quem é o líder por aqui?

–       Não te interessa, idiota “sorrisinho”! – foi a resposta de um deles. – Vaza daqui com tua turma antes que a gente fique grilado!

–       É isso aí, otário! – emendou um outro. – Vaza logo, tá ligado? É ferro na boneca!

Mas, subitamente, um grandalhão abriu passagem entre seus seguidores. Tratava-se de um baita brutamontes, verdadeira montanha de músculos, olhos miúdos e boca repleta de dentes afiados como navalhas. Seu semblante se assemelhava ao de um porco assassino.

–       Eu sou o chefe aqui! – identificou-se o ameaçador Líder Mutante, voz rouca e agressiva.

–       Oh, muito prazer! – riu Coringa, longe de estar intimidado.

–       O que veio fazer aqui? Não tem amor à própria vida, mané?

–       Como eu disse uma vez a um velho conhecido meu, eu já estive morto, e é uma experiência bem interessante… Deveria ser encarada como terapia! Mudando de assunto, vim aqui fazer uma proposta a você e suas crianças!

O Líder Mutante rosnou como uma fera selvagem, as veias de seu pescoço sendo projetadas sob sua pele pastosa devido à raiva causada por tamanha audácia. Os capangas do Príncipe-Palhaço do Crime tremiam de medo, porém nem este e tampouco Arlequina demonstravam qualquer tipo de temor.

–       Quanto de dinheiro vocês querem em troca de trabalhar para mim? – indagou Coringa, indo direto ao ponto.

–       Nunca! – berrou o chefe da gangue. – Nunca trabalharemos para você, seu palhaço metido a besta! Agora vai aprender que ninguém se mete com os Mutantes!

O risonho psicopata, todavia, agiu rápido: apontando a extremidade de sua bengala onde havia uma réplica de sua cabeça na direção da face do inimigo, pressionou um pequeno botão, fazendo com que um gás esverdeado fosse borrifado a poucos centímetros das narinas daquele Golias urbano. Este, inalando a substância química, de início começou a tossir intensamente, caindo de costas no chão com as mãos cobrindo o rosto. Entretanto, sob os olhares surpresos dos membros da gangue, a tosse se transformou em riso, um riso frenético. O Líder Mutante, que costumava esboçar um sorriso apenas quando tinha algo maligno em mente, agora gargalhava feito uma criancinha feliz, olhos lacrimejando. Rolou sobre o concreto algumas vezes, aparentemente deliciado, a risada cada vez mais alta e assustadora…

Até que cessou, sem mais nem menos. O corpo do brutamontes relaxou, as mãos retraíram-se, deixando o semblante novamente à mostra… E nele, combinando morbidamente com um par de olhos muito arregalados, havia um enorme e bizarro sorriso, os lábios extremamente rubros e flexionados. O líder dos Mutantes não mais se mexeu. Estava morto. Mais uma vítima do letal gás do riso do Coringa…

–       Como podem ver, eu tenho muito mais a oferecer do que esse pobre coitado! – afirmou o inimigo do Batman, fitando os atônitos jovens que rodeavam a si e o cadáver. – Que me dizem?

Na manhã seguinte, mal o sol raiou e o primeiro noticiário da GNN já informava:

–       E o Coringa continua recrutando novos asseclas no submundo de Gotham. Desta vez é a problemática Gangue Mutante o novo reforço nas fileiras do insano criminoso. Um dos integrantes do grupo, de apenas dezesseis anos, deu um ameaçador pronunciamento a um de nossos repórteres esta madrugada.

Surgiu a imagem de um rapaz todo pintado de branco, cabelo tingido de verde e boca coberta de batom vermelho. Segurando um microfone com determinação, ele começou a falar, quase berrando:

–       Os Mutantes já eram! As ruas agora pertencem aos “Jokerz”, os filhos do Coringa! Ele é nosso novo mestre e guia! Quem ousar barrar nosso caminho terá o corpo feito em pedaços!

Após tomar fôlego por uns segundos, continuou:

–       Não esperem mais declarações! Os Jokerz não falam, eles agem! O 217º aniversário de Gotham será o marco de nossa ascensão! O Coringa é o novo dono desta cidade, e lutaremos por ele até a morte!

O jornalista retomou a palavra:

–       A Lei Marcial deve ser decretada em Gotham dentro dos próximos dias. Tropas do Exército já estão a caminho para garantir a segurança pública durante as comemorações do 217º aniversário. Paralelo a isso, ainda não há qualquer notícia do Batman. Terá o Cavaleiro das Trevas realmente nos abandonado?

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Um apartamento em Blüdhaven.

Pela janela aberta penetrava a luz do sol matinal. A TV estava ligada, sintonizada justamente no noticiário da GNN. Sentado numa poltrona velha, um rapaz assistia a este com grande inquietação, mãos esfregando a face incrédula.

Bruce, seu maldito egoísta!

Infelizmente era verdade. Gotham se encontrava desamparada, à mercê de mentes doentias como a do Coringa. Batman desaparecera, e ele provavelmente havia feito algo que aquele jovem sempre temeu que fizesse: resignara ao posto de defensor da metrópole, abdicara a capa do Morcego. O Cruzado Encapuzado, maior inimigo de qualquer transgressor, tornara-se coisa do passado. Apenas uma lenda.

No fundo eu sempre soube. Tinha certeza de que um dia seu ego acabaria falando mais alto, Bruce. Eu só me pergunto como você teve coragem de fazer isso assim, de uma hora para outra, deixando sua cidade completamente indefesa e contando com seu auxílio diante de uma ameaça. Eu nunca pensei que o Batman fosse capaz disso. Nunca.

Suspirando, o jovem desligou a TV através de um controle remoto e esparramou-se na poltrona, pensativo e inconformado.

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No quarto em que estava hospedado na Mansão Castlewood, Bruce Wayne colocava algumas roupas dentro de uma mala aberta em cima da cama. Nesse instante Wilfred surgiu à entrada do recinto e, observando a tarefa realizada pelo norte-americano, perguntou:

–       Então o senhor está mesmo decidido a regressar a Gotham City?

–       Sim, Wilfred – respondeu o milionário, olhando brevemente para o mordomo.

O irmão do falecido Alfred conseguiu disfarçar sua reprovação quanto àquela atitude enquanto caminhava para dentro do cômodo. Depois de colocar um par de calças dentro da mala, Bruce voltou-se mais uma vez para o empregado e disse:

–       Elizabeth virá comigo. Estamos dispostos a começar vida nova na América, livres de nossos traumas. Por isso é vital que você também viaje conosco, Wilfred. É praticamente um pai para minha noiva, e sei que a felicidade dela será incompleta se não nos acompanhar. E eu imploro para que assuma o papel do sábio Alfred em minha vida. Essa certamente seria a vontade dele.

–       Também creio nisso, senhor Wayne. Porém esteja ciente de que o ambiente de Gotham City pode trazer de volta más lembranças e hábitos destruidores. Espero que tenha mesmo certeza de que será melhor retornar para lá ao invés de permanecer aqui no condado, livre de eventuais transtornos.

–       Não se preocupe, Wilfred – sorriu Bruce. – Nada poderá me impedir agora que estou tão perto de alcançar minha meta.

O mordomo também deu um sorriso, mas não diminuiu sua apreensão acerca daquela viagem. Estava com a amarga sensação de que algo ruim aconteceria muito em breve…

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