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Fanfic: Batman Resigns – Parte 12

BATMAN RESIGNS

Capítulo XII

“Será que você é mesmo capaz dessa monstruosidade, Coringa? Em caso afirmativo, reconheço que realmente não o conheço tão bem”.

bat1213:46:53

Torres Gêmeas de Gotham: Torre Oeste.

O luxuoso hall do edifício era guardado por cerca de nove homens do Coringa. Estavam munidos de armas pesadas como metralhadoras e escopetas, prontos para fuzilar o primeiro intruso que surgisse. Acreditavam estar o mais alerta possíveis, capazes de reagir rapidamente ao mínimo sinal de perigo… Ledo engano, todavia…

O som que ouviram parecia o de algo metálico se rompendo, e quando perceberam o ocorrido, o lustre principal do recinto já se espatifava no chão de mármore, lançando uma chuva de vidro e faíscas ao redor. Com a luminosidade ambiente reduzida, os capangas ficaram realmente apreensivos.

–       O Batman, estamos perdidos! – choramingou um deles, acovardado.

–       Calado, imbecil! – repreendeu-o outro.

Mais ruídos, impressão de movimento. E aqueles mais próximos às lâmpadas das paredes puderam ver um soturno indivíduo de capa e uniforme pretos cair rolando, tomar posição agachado e sem demora lançar com uma das mãos dois projéteis em forma de morcego, os quais atingiram uma dupla de bandidos no estômago.

Seguiram-se gritos e tiros às cegas. Não se enxergava quase nada, mas pela audição era possível perceber que se travava uma luta corporal. Num certo instante algo foi arremessado no ar, e depois de um baque o balcão da recepção sucumbiu ao peso de algo, provavelmente um ser humano, rachando ao meio. Gemidos e grunhidos selvagens. Alguma coisa pesada deslizou pelo chão.

12:57:08

Torre Leste.

Asa Noturna encontrou o hall do segundo prédio surpreendentemente vazio. Nenhum sinal de vida a não ser por si, completo silêncio. O guardião de Blüdhaven prosseguiu lentamente, receando algum tipo de emboscada ou armadilha. Nada. Parecia que o Príncipe-Palhaço do Crime realmente deixara aquele local desguarnecido.

Mas viu que se enganara, ao menos em parte: o rapaz logo ouviu uma risada estranha e artificial, como se fosse algo gravado. Em seguida veio um som mecânico, e Asa desvendou o enigma: um boneco de corda do tamanho de um bebê, representando um gnomo verde, caminhava pelo piso com um sorriso grande e disforme na face de plástico. Por um momento o antigo Robin sentiu-se aliviado, julgando aquele brinquedo inofensivo… Porém uma fração de segundo a mais bastou para lembrá-lo que, tratando-se do Coringa, tudo era possível.

Invadido por um amargo pressentimento, o herói disparou a correr rumo às escadas que davam acesso aos andares superiores, ouvindo a gargalhada do boneco se intensificar a cada instante, a cabeça redonda girando freneticamente. Até que, quando suas botas pisaram o primeiro degrau, veio a explosão, uma onda de fogo e estilhaços se propagando às suas costas desejando tragá-lo.

Asa jogou-se na escada, mãos protegendo a nuca. Seguiu-se um tremor, a impressão de que algo desabava. O calor era fortíssimo, e por um momento ele pensou ter morrido e viajado ao inferno… Não, ainda estava vivo, seu coração batendo rapidamente comprovava tal dedução. Vendo-se mais seguro, levantou-se e venceu mais alguns degraus. Viu luzes alaranjadas serem projetadas na parede à sua frente. Olhando para trás, descobriu que parte do teto cedera, selando a passagem para o hall em chamas. Restara apenas um caminho, e sua única opção agora era continuar subindo.

E foi o que fez, sem perder um pingo de coragem. Limpou a poeira do uniforme e prosseguiu, disposto a ter mais cautela em relação a outras prováveis ciladas. Tinha de continuar, tinha de subir. Não havia tempo…

12:03:25

Batman liquidava o último capanga no térreo da Torre Oeste quando ouviu a explosão na construção vizinha. Temeu por Dick, mas não podia parar, e infelizmente tampouco tentar ajudá-lo. Calculando mentalmente quanto tempo ainda tinham, aproximadamente doze minutos, o Cavaleiro das Trevas caminhou até o elevador do hall. Aguardou impacientemente o transporte descer, entrou nele e, voltando-se para o painel, pressionou o botão do qüinquagésimo andar. Nele existia uma passarela que ligava a Torre Oeste à Leste: um ponto estratégico onde poderia estar localizada uma das ogivas.

A subida foi relativamente rápida. Logo que o elevador tremeu e as portas se abriram, Batman se esquivou de um já aguardado ataque vindo do lado de fora. Assim que viu um braço vermelho e preto recuar e ouvir uma jovem voz feminina exclamar “Droga!”, o justiceiro já identificou a oponente. Ganhando o corredor, Arlequina sorriu-lhe de modo brincalhão, punhos erguidos para o confronto.

–       Que bela surpresa, “Bats”! – ela riu.

O Morcego tentou acertá-la com uma voadora, mas ela agilmente correu para o lado. Já premeditando uma investida pelas costas, Batman virou-se velozmente e impediu que a bandida desse um golpe em seu pescoço. Afastando-se irritada, a palhacinha saltou e deu um chute giratório no ar, sendo que o Cruzado Encapuzado desviou abaixando-se. Depois a atacou com uma série de socos, todos a acertando entre gemidos.

Todavia, Arlequina recuperou-se num piscar de olhos e atingiu o queixo do adversário com um dos pés. Este, enfurecido, jogou seu corpo contra o da jovem, levando-a bruscamente ao chão. Ela procurou dar-lhe uma rasteira enquanto se erguia, porém Batman evitou-a chutando-lhe o ventre para que permanecesse caída.

–       Desgraçado!

–       Onde estão as ogivas? – inquiriu o agressor, propagando raiva pelo olhar e pela voz. – Onde está o Coringa?

A meliante conseguiu se levantar, investindo com uma joelhada. A armadura no abdômen do herói amenizou o impacto, e ele respondeu por meio de dois socos. Arlequina esquivou-se movendo a cabeça, gargalhando toda vez que o inimigo errava. Mas Batman não estava para brincadeira: girando o corpo, feriu a mulher com os pequenos pesos de ferro presos à extremidade inferior de sua capa. Cerrando os dentes, a maquiagem já borrada no rosto, a assistente e amante do Coringa tomou forças para reagir.

Gritando e rindo, ela iniciou uma série de ataques desvairados contra o vigilante, socos e chutes se misturando num frenesi que buscava atingi-lo a qualquer custo. Enquanto se protegia com os braços e pernas, o Detetive das Sombras ouviu Arlequina dizer, zombando de si incessantemente:

–       Você não pode nos deter, nunca o conseguirá! Não vê, Batman? Não há limites para mais nada! Para o amor, a libertinagem, a festa! Eu e meu pudinzinho temos liberdade para fazer o que bem entendermos, e ninguém, ouviu bem, ninguém, nos impedirá de levar a cabo algo considerado errado!

O Morcego então murmurou, encontrando subitamente uma brecha para contra-atacar:

–       Bem, se você coloca nesses termos…

E desferiu um soco tão forte que deslocou a mandíbula da jovem, inundando-lhe a boca de sangue.

–       ENTÃO EU SOU O LIMITE!!!

Pensando nos pais mortos, em Elizabeth e em tudo que achava certo pelo qual lutava, Batman deu continuidade à reação: chutou Arlequina duas vezes na virilha, esmurrou-lhe repetidamente o semblante já banhado em vermelho, arrancou violentamente seu gorro de bobo da corte, deixando à mostra os cabelos loiros da ex-psiquiatra. Depois a agarrou pelos ombros, sacudindo-a enquanto gritava em meio a uma chuva de saliva:

–       CADÊ AS OGIVAS???

–       Nunca trairei meu pudinzinho, seu miserável! – berrou ela.

–       Responda-me ou então farei com que sinta tanta dor que implorará para morrer!

A palhacinha apenas cuspiu sangue sobre a máscara do oponente, e logo depois, para espanto deste, seus lábios começaram a espumar. Os olhos passaram a se revirar nas órbitas, seu organismo todo tremeu como nunca por alguns segundos e por fim desfaleceu… Batman então constatou, soltando o corpo sem vida da criminosa:

–       Cianureto…

Arlequina suicidara-se com uma cápsula do veneno alojada dentro de sua boca para não ter de revelar nada ao algoz a respeito do Coringa. Conformado, o justiceiro seguiu em frente rumo à passarela que interligava aquele prédio com o vizinho. Logo que chegou à metade do caminho entre as duas torres, percebeu que sua dedução fora correta: lá estava a primeira ogiva, o cronômetro reduzindo de valor numa incrível velocidade…

09:14:40

Retirando um alicate do cinto, Batman começou a cortar os fios necessários para desarmar o dispositivo. Sempre preocupado em estar preparado para qualquer tipo de situação que encontrasse nas ruas de Gotham, ele já havia treinado aquilo antes e realizava a perigosa tarefa com facilidade. Depois de cerca de um minuto, o último circuito foi rompido e o cronômetro se apagou. Uma bomba a menos.

Erguendo-se, o Cavaleiro das Trevas tomou ar e pensou acerca de como Dick deveria estar se saindo no outro edifício…

08:07:16

Asa Noturna subia pelas escadas o mais rápido possível e mesmo assim se encontrava apenas perto do trigésimo andar da Torre Leste. Tentara utilizar o elevador, mas este não funcionava, provavelmente devido à explosão no hall pouco antes. Sua mente o impelia a continuar apesar do cansaço, suas pernas movendo-se com firmeza apesar de quase não senti-las…

Num dado corredor, Grayson encontrou um grupo de Jokerz. Mais fortes que os demais e munidos de armas brancas como punhais e espadas, aqueles jovens deviam compor a elite da gangue sob as ordens do Coringa. Inicialmente pensou em ignorá-los e continuar subindo, porém eles atacaram primeiro. Isso fez Asa mudar de idéia completamente.

Apanhando um bastão de ferro que trazia preso às costas, Dick iniciou a reação: girou habilmente com o artefato, nocauteando dois inimigos no peito. Um terceiro, empunhando uma Katana, avançou rumo ao rapaz de modo ameaçador, porém não conseguiu enganar o adversário de modo a fazê-lo crer que realmente entendia de artes marciais: o herói desviou facilmente de um rasante da espada e em seguida acertou três socos seqüenciados no rosto do bandido. Desmaio imediato.

Restavam ainda alguns outros Jokerz. Movendo-se habilmente para aplicar os golpes necessários, Asa não pensava em outra coisa a não ser nas ogivas. Daquele jeito não conseguiriam de modo algum desarmá-las a tempo. Era uma corrida injusta e com incontáveis empecilhos, sendo que naquele exato instante Dick tentava se livrar de um deles. Logo que tirou a consciência do último oponente, retornou velozmente às escadas, percorrendo mais e mais degraus. Poucos minutos, poucas chances…

06:50:11

Batman já havia ganhado acesso à Torre Leste pela passarela e agora averiguava os primeiros andares abaixo do qüinquagésimo procurando o companheiro e a ogiva restante. No fundo ele estranhava aquela atitude por parte do Coringa, apesar de sua inconcebível insanidade. Mas não era do feitio dele. Será mesmo que o maníaco abriria mão da própria vida para destruir Gotham?

Fosse um blefe ou não, era preciso agir. Agir com rapidez. O Morcego chegou ao quadragésimo piso, quando ouviu passos nos degraus inferiores. Aguardou, certo de sua suposição. Asa Noturna aliviou-se por ver o amigo são e salvo, e a sensação foi recíproca. Trabalhar em dupla era quase sempre mais seguro e eficiente.

–       Já encontrei e desarmei uma das bombas – Batman informou. – Falta uma, nesta torre!

–       Onde pode estar?

–       Vamos dar uma olhada neste andar, algo me diz que o Coringa está facilitando para nós…

Assim que adentraram a sala de recepção daquele nível, no qual funcionava um escritório de contabilidade, os dois justiceiros tiveram uma incômoda surpresa: um brutamontes vestido de palhaço, usando suspensórios, apontava uma imensa metralhadora giratória para os recém-chegados. As balas vieram sem demora, e os vingadores foram rápidos para se proteger: enquanto Batman rolou para trás de uma mesa tombada, Asa se agarrou a uma cortina, atravessou a sala num salto e buscou abrigo junto a um armário de metal. O meliante, soltando uma risada rouca, voltava-se para o Cavaleiro das Trevas prestes a reiniciar os disparos, mas foi lento: o alvo atirou três bat-rangues cortantes na direção da arma, retalhando em pedaços seu grande cano.

–       Não! – gritou o criminoso, furioso e frustrado.

Nisso, os dois heróis já haviam abandonado os refúgios e partiam para cima do antagonista: depois de alguns poucos socos e chutes, a montanha maquiada desabou desacordada. Apenas quando o pesado corpo se encontrava no chão a dupla percebeu um estranho volume nas costas deste, oculto sob as vestes.

Batman rasgou a roupa do capanga e respirou pesadamente, tão aliviado quanto surpreso: lá estava a segunda ogiva, presa firmemente ao brutamontes através de correias, deixando vergões vermelhos em sua pele. Era idêntica à anterior, o cronômetro se esvaindo rapidamente.

03:31:09

–       Tentarei desarmar, porém esta parece ser mais complicada – alertou o Morcego, apanhando o alicate e examinando o emaranhado de fios de variadas cores.

–       Eu rezo para que consiga… – murmurou Dick, quase sem esperanças.

Alguns circuitos foram rompidos, ambos estremecendo a cada clack da ferramenta. Um mero descuido e Gotham inteira ia pelos ares. Batman suava, seus olhos alternando entre os fios e o cronômetro. O tempo se esgotava…

01:47:20

Intensa apreensão. Temor doloroso. Aquele mecanismo realmente era mais complexo que o outro e o Cruzado Encapuzado encontrava sérias dificuldades em desabilitá-lo. E, tamanha era a tensão naquele momento, que acabou cometendo um lapso. Ao cortar um fio errado, a contagem foi drasticamente acelerada. Sob olhares desesperados, os números diminuíam agora mais velozes do que nunca, Batman e Asa Noturna já abaixando as cabeças aguardando o pior…

00:30:17

Fechando os olhos, o Morcego voltou a insistir que aquilo era estranho. Mas, se estivesse enganado, chegara então o fim. Conformou-se, procurando se manter firme até o último batimento de seu coração. Ao menos morria em nome da justiça…

00:00:00

Todavia, não houve explosão, nem uma violenta e destruidora onda nuclear, tampouco o temido cogumelo alaranjado que iluminaria a noite como se fosse dia. Os dois paladinos apenas ouviram uma irritante voz feminina começar a pronunciar repetidas vezes:

Eu adoro o Coringa! Eu adoro o Coringa! Eu adoro o Coringa! Eu adoro o Coringa!

Asa Noturna levantou-se sem compreender. Batman, pelo contrário, já havia entendido tudo, puxando violentamente os fios ainda intactos. Estava mesmo certo: eles não se encontravam conectados à ogiva, e sim a um pequeno gravador que emitia o som. Um perfeito blefe, afinal de contas.

Eu adoro o Coringa! Eu adoro o Coringa! Eu adoro o…

O Detetive das Sombras apertou fortemente o aparelho numa das mãos, destruindo-o. Ainda confuso, Grayson indagou:

–       Então as bombas são falsas?

–       Não, elas são verdadeiras, porém o Coringa em momento algum teve a intenção de detoná-las – explicou Batman, também se erguendo. – Suspeito que ele fez isso para nos manter ocupados, assim como os Jokerz nas ruas!

–       Mas com qual propósito?

Súbito, um barulho um tanto distante chegou aos ouvidos da dupla. Pertencia à hélice de um helicóptero sendo ativada. Num sobressalto, Bruce correu para fora da sala, exclamando ao parceiro:

–       Rápido, temos de ir até a outra torre e subir pelo elevador!

Asa acompanhou-o, acenando afirmativamente.

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A quilômetros dali, uma outra contagem regressiva era iniciada. Porém não fazia parte de uma ação criminosa ou atentado terrorista. No quase totalmente escuro ambiente, a única luz provinha da grande tela do computador ligado. Na frente dela via-se a sombra de um homem, semblante austero e determinado: Wilfred Pennyworth.

Com as mãos cansadas e um tanto inexperientes naquele tipo de equipamento, o velho mordomo, digitando lentamente no teclado, cumpria um último favor para Bruce Wayne…

Ativar Autodestruição da Caverna

Tempo estimado para explosão: 05 minutos

Era a vontade de seu querido patrão, e deveria ser cumprida. Uma maneira de preservar o mito do Batman e sepultar para sempre o segredo de sua verdadeira identidade. A polícia com certeza constataria que a explosão fora causada por um vazamento nos dutos de gás. Não haveria qualquer suspeita a respeito de Bruce sempre ter sido o homem por trás da máscara…

Assim que terminou de programar o processo de autodestruição, Wilfred retirou-se calmamente da caverna, olhar sereno e um leve sorriso esboçado na face. Tudo aquilo afinal terminaria. Não sabia ao certo se o fim seria feliz ou trágico, mas o importante era que realmente existiria um fim. Cumprira com sucesso a missão da qual o falecido Alfred lhe encarregara: livrar o órfão dos Wayne daquele fardo que durara anos.

O pano finalmente cairia para a conclusão do espetáculo.

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Torre Oeste, terraço.

Quando Batman e Asa Noturna chegaram ao topo do edifício, o helicóptero apenas começava a decolar. Era evidente que o Coringa aguardara a aparição de seu maior inimigo. Ficava cada vez mais claro que toda aquela farsa fora planejada minuciosamente.

–       Ele está fugindo! – gritou Dick.

–       Eu sei… – suspirou o Cavaleiro das Trevas, retirando algo do cinto. – E isso será apenas entre eu e ele!

Sem que o aliado pudesse impedi-lo, Batman disparou um gancho contra a fuselagem da aeronave, na qual se alojou. Agarrando firmemente a corda, o guardião de Gotham foi puxado pela máquina que levantava vôo, logo ficando a muitos metros de altitude. Sem olhar para baixo, o herói escalou o cabo e logo se segurou à parte inferior do helicóptero, fitando então uma última vez o atônito Grayson, que, imóvel na cobertura da torre e já aparentemente reduzido ao tamanho de uma formiga, receava pela vida do mestre.

Realmente aquilo seria apenas entre ele e o Coringa. Ninguém em sã consciência deveria interferir.

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