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Gavestática 11 – Pirataria!!!

Yo-ho ratos e traças! Hoje falamos de pirataria! E não pensem em tapa olhos e pernas de pau. Aliás, aqui você só encontra caras de pau!

Entre na sala, pegue um café e participe da conversa mandando um e-mail para: engavetados@gmail.com

Escute o programa em nosso player abaixo:


Baixe para o seu computador!

Tamanho: 14 mb
Duração:
30:00

Lei Anti-pirataria

Rapaduracast:  Acessibilidade / Pirataria

Promoção De Volta para o Futuro!

———
Atenção: se o player ou o download não iniciar, tente recarregar a página.

23 Respostas

  1. 1 quando vc faz download vc não obtem lucro, e é considerado transferência de dados, os dados são meus e eu passo para quem eu quiser
    2 quando vc compra vc da compra há lucro de alguém e vc contribui para a proliferação de piratas
    3 quem faz download não é pirata, mas quem vende é
    4 claro que ambos violam a lei de direitos autorais mas quando vc paga por um produto ele é seu e vc faz oq quiser com ele e isso inclui compartilhar, msm por que se vc compartilhar via torrent ou similares os dados vem de alguém que tem a posse e quis compartilha-la
    5 obvio que há controvércias mas, é devido a esses e alguns outros motivos que o download ainda é permitido

  2. E sempre as discussões sobre pirataria caem nesse lance entre a lei e a ética.

    HAuihaiuhaiua. Flyfish tu esperou tanto o Resident, e o filme é um lixo. Mahuiahiuahuia

    Realmente loucura o Tropa de Elite. Eu lembro q eu via nos camelos o filme passando e cenas com Vagner Moura, achando que era fake Huaihaiuaui.

    Em relação ao cinemas de Maceió o pior mesmo são as poltronas cara. Eu que tenho 1,84m, e n consigo assistir os filmes até o final, pq começa a doer minha coluna.

    @Fabio Eu acho mesmo que o problema é o de acompanhar em casa. Sempre surge alguma coisa no horario da série e vc fica preso aquilo.

  3. Achei este site do MSN,escuto todos os dias musicas de estilos variados…
    Funciona como radio – http://br.msn.cyloop.com/
    Mas tambem tem a Music Store da Ig,voce compra musicas retiradas do CD original,alem de ter conteudo extra.
    http://musig.ig.com.br/templates/home.aspx?channel=1

  4. ODIEI ter dado o problema todo… pqp! fiquei puto!!!

    rsrsrs

    mas foi muito bom esse gav, gostei!

  5. @Evilzin

    Hahaha é a velha maldição dos 5 participantes. Sempre dá merda quando tentamos fazer isso.

    @Anderson

    Concordo em boa parte, mas em relação a isso que você disse: “quando vc paga por um produto ele é seu e vc faz oq quiser com ele e isso inclui compartilhar”, não é bem assim… Uma coisa é compartilhar com um amigo ou um grupo de amigos. E outra coisa é compartilhar na web para milhões de pessoas no mundo todo.

    Para isso, você teria que pagar bem mais pelo filme (no exemplo de um dvd). Tanto que até os filmes que os donos das locadoras compram são bem mais caros que esses que você compra nas lojas, justamente por já ter os direitos de locação reservados. Claro que isso em tese, tem muita locadora que compra o dvd comum e coloca para alugar de maneira irregular.

  6. PUTS!!! EU MANDO UMA MENSAGEM QUASE QUE EXPLICITO FALANDO QUE SOU FÃ DA VIVI E ELA FALA QUE NÃO GOSTA DOS FÃs!?!?!?
    OLOCO!!

    é isso ae Vamos baixar series!!

  7. @Mendas bio

    Não leve a sério td que vc ouve aqui…XD

  8. Olá. Interessante o assunto do programa. Particularmente, o que mais me preocupa em relação ao tema é que o consumidor de produtos pirateados de qualquer espécie alimenta um indústria gigantesca, que é associada a outros crimes, como tráfico de drogas e pessoas. Quanto a baixar obras pela internet, confesso, minha consciência já não pesa, apesar da questão dos direitos autorais. Como alguém colocou – acho que Vivi – para a nossa geração, fazer downloads já se tornou algo cultural e que garante o alcance a bens culturais que de outra forma, muitas vezes não seriam acessíveis. E por mais que a indústria do entretenimento reclame, ela não deixa de ser bastante lucrativa. Novas estratégias surgem e ela irá se reinventar. Que o diga o Radiohead, que fez do lançamento do “In Rainbows” um marco na história da indústria fonográfica.

    Assim como um dos locutores, já tive a desagradável – para dizer o mínimo – experiência de ouvir ruídos do shopping dentro da sala de projeção, no cinema do shopping Boa Vista, aqui no Recife. Mas, defendo a minha cidade, os shoppings Center Recife e Box têm salas honestas, o último com sala para projeções em 3D. Já o shopping Plaza, em Casa Forte, foi construído recentemente e é o melhor da cidade, com boa qualidade de imagem e som. Quando aparecer por aqui, vale passar por lá.

    =)

  9. bom companheiros.
    quanto a questão da pirataria musical, existe uma corrente entre as gravadoras de se adaptar uma maneira clássica como forma de combate a pirataria. Desde a época do produtor musical Tom Capone, muitas gravadoras, tem mostrado uma certa inclinação de re-integrar o uso dos Discos de Vinil, como forma de combate a pirataria, e de incentivo a uma compra cara, porém poética, dando um valor sentimental aos produtos a serem prensados. Se eu não me engano, um dos entusiastas desta iniciativa no mundo, foi Erasmo Carlos. Seria uma boa não?

  10. @Júlia Veras

    Fala Júlia, beleza? Comentário bem pertinente o seu! Sobre o cinema, então, já faz um tempo que não apareço por essas bandas, mas o em questão foi o do Shopping Guararapes. O que pensando melhor, acho que nem fica em Recife, deve ficar em Jaboatão dos Guararapes, pelo nome. Falha minha!

    Como eu disse, fui apenas uma vez e já tem alguns anos. Não sei como está agora. Espero sinceramente que tenha melhorado!

    Abraços.

  11. @Ferdinando: A meu ver, o vinil apenas atinge uma seleta parcela dos consumidores, ou seja, os nostálgicos. Também não é uma mídia prática, então é algo de aceitação bastante restrita, pouco fará para combater a pirataria.

  12. @Fly: Os cinemas do Guararapes agora são da empresa espanhola Box, que a meu ver oferecia a melhor relação custo/benefício do Grande Recife. São 12 salas, sendo uma THX Certified, e outra com Real-D (assim como a menina Veras falou!).

  13. @Fábio: Bem verdade camarada, mas no caso da “moda” colar, podemos dizer que provavelmente a industria eletronica, se adequaria, na produção de novos aparelhos de Vinil. É evidente que tudo depende de uma re educação do mercado quanto a isso, mas tendo em vista outros ramos, como o de telefonia celular, computadores, automóveis, e até a própria televisão, que em seus tempos, entraram no mercado como “produtos reservados a minoria”, ou seja, aqueles tivessem uma condição financeira confortável, mas que pouco a pouco tornaram-se parte integrante, e em alguns casos prioritária, na vida consumista da população como um todo, inclusive nas camadas mais baixas. A exemplo disso podemos citar alguns profissionais como taxistas, que sempre possuem um aparelho celular, mas nem sempre possuem um telefone residencial. No fim das contas, me parece um caminho razoável, no combate a pirataria, pois a produção de um disco de vinil, não é algo que se possa montar tendo apenas um computador e alguns gravadores de CD. Concordo com você quanto aos consumidores seletos, mas afirmo que seria apenas uma questão de tempo, para que esse quadro mudasse, bem como seria uma questão de tempo, até que se conseguisse piratear também os discos de vinil.

    Em conclusão podemos os dois concordar com a vivi, no fato de que pirataria, e a compra de artigos pirateados, já se tornou uma questão cultural.

  14. @Ferdinando,

    Faço meus os argumentos de Fábio. A mídia digital é massiva por excelência e não há como voltar atrás nesse caminho. Hoje, troca-se vídeos, álbuns e diversas informações com outras pessoas por meio da internet de forma instantânea e eficiente. Por qualquer trocado se compra um mp3 player que você leva consigo e com o qual você escuta música ao longo de todo o dia. Indiscutivelmente, a indústria fonográfica, principalmente a sua divulgação – e até a própria crítica musical – entrou em outra era após o advento da internet. O vinil, apesar do seu charme inegável, é totalmente anti-prático. O aparelho analógico é caro, enorme e só se pode usar em casa ou locais apropriados. Até para repetir uma música é um protocolo e você ainda precisa estar tranquilo, senão agulha passa direto e arranha tudo😛

    @Flyfish,

    Espero não ter soado bélica em minha colocação sobre os cinemas do Recife. Não foi a intenção, ok?

    =)

    Beijos a todos.

  15. @Júlia: Bom menina, infelizmente eu perdi minha parte da gravação que falava exatamente sobre o que você citou. É realmente muito triste ver o quanto as pessoas veêm a pirataria como um crime ligado à droga, protituição e derivados. Um loja (eu disse L O J A, mesmo que seja um Camelô, não é um ambulante qualquer de esquina) que venda jogos, programas ou até mercadoria paralela (Lê-se PARAGUAIA ou CHINESA), não tem ligação alguma esse tipo de coisa. Eu trabalhei por mais de 8 anos agregados em lojas do tipo, algumas até de parentes meus. E posso te garantir que nenhum dos meus parentes trafica drogas, rs. Acontece que a maioria das lojas, e até os camelos, fabricam os proprios jogos. Não tem essa de “mas o fornecedor sim, além de fornecer os jogos e programas, deve vender drogas”. Não. Porque os fornecedores dessas pessoas, não passam de revendedores e representantes de empresas de mídias digitais, como CD’s e DVD’s.

    Acontece que aquele cara que vende na esquina, ele está somente RE-vendendo, algo que ele compra a X e vende a X+Y. No caso das lojas, elas arcam com o preço da mídia, uma impressora para Cd’s (em alguns casos), envelopes, etc. Manufaturação própria. Sobre os fornecedores de equipamentos paralelos, não pode-se dizer que são todas boas pessoas, mas quem podemos dizer que é hoje em dia? Vai saber o que o cara faz da vida dele, é problema de cada um. Mas a maioria (grande maioria, se possivel descrever assim), são pessoas corretas, que só não tem uma forma melhor de ganhar a vida. Pessoas que vão até o Paraguai para comprar mercadorias e revender para lojistas, arriscando perder caminhões com 30, 50, e em alguns casos que eu presenciei, 145 Mil reais em mercadoria, por apreênção da alfandega ou (por erro de uma das lojas em que foi comprada a mercadoria) falta de nota fiscal. Existem suas exceções em todos os casos. Agora dizer que a pirataria de jogos, programas, música, filmes é ligado à crimes maiores como tráfico e etc, é pesado demais. A maioria dessas pessoas só trabalham assim por não ter oportunidades de trabalhar em outras áreas. O governo deveria agradecer pela pirataria ser tão presente no Brasil, se não fosse, o índice de desemprego seria o maior do mundo.

    Faça uma pergunta para um lojista de produtos piratas: “A pirataria é crime para o senhor(a)?”, e com certeza vai receber a resposta “Minha querida, crime pra mim é o preço de software original, isso é assalto à mão armada.”

    No mais, sem mais. : )

  16. @Júlia Veras

    Você não foi de forma alguma bélica em seu comentário. Não se preocupe! rs

    @Evilzin

    Eu posso até está sendo severo demais, mas você está com uma visão muito romantizada da coisa. Quantas vezes a gente não vê na TV quando a polícia pega algum chefão do crime e mostra lá que no meio das atividades do cara estava a falsificação de produtos, dentre outras coisas mais pesadas?

    Não tou julgando a boa ínode de quem vende os produtos em lojas (ou mesmo camelôs), Evilzin. Eu não disse que são essas que estão ligados ao tráfico de drogas, e sim os fornecedores. E pode até não ser o fornecedor direto, mas alguém no meio tá ligado com o mercado sujo.

    A única ressalva que faço, que talvez eu tenha generalizado, é que realmente existem aquelas pessoas que gravam seus próprios CD’s e vendem depois, não tendo assim ligação com nenhum outro crime mais severo, além da prórpia pirataria.

    E essa historinha de “faço isso porque não tenho mais o que fazer” eu acho conversa pra boi dormir… O cara faz isso porque ganha um boa grana, não é por falta de oportunidade.

    A oportunidade vem com a vontade de cada um, não é questão de sorte.

  17. @Flyfish:

    falo dos empregos fornecidos a empregados meus amigo. Funcionários como eu fui. Pessoas que não tem outra oportunidade de emprego, e tudo que fazem é vender a mercadoria de seus patrões lojistas.

    Em momento algum eu disse que dependia da sorte das pessoas, e sim, de oportunidades de trabalhar em outros setores mais visados, ninguém quer trabalhar ganhando um salário mínimo com o risco de ser preso a qualquer momento… e nem adianta cair com o falso-moralismo falando que as pessoas são acomodadas, e trabalham nessa área porque querem.

  18. Tá bom Evilzin. Você tem20 anos hoje e vai chegar aos 80 vendendo cd pirata… Me convenceu. Não há oportunidades.

  19. @Flyfish:

    a ironia mandou abraços né? acho que sim.

    Não falei que uma pessoa vive trabalhando nisso, disse que assim que surgem oportunidades as pessoas saem dessa vida, para tentar algo melhor.

    O que eu disse, é que para quem não tem oportunidades no começo, é um salario consideravel, e algo que ajuda bastante na casa das pessoas, ou você pensa que 1 ou 2 salários mínimos não ajudam? Ajudam muito.

    agora não adianta cara, não adianta falar.

    O setor terciario emprega muitas pessoas, e o salario pode não ser o melhor, mas ajuda muito, e é uma especie de investimento, para um futuro melhor.

    Dúvidas? Pergunte a alguém ;D

  20. conforme eu disse…é uma suposta idéia para o combate a pirataria, e que já foi colocada em pauta, porém…concordo com a praticidade da midia digital, e com as conveniencias que o MP3 oferece aos usuários😉

  21. E aí, tudo bom? Vou começar fazendo uma comparação com o argumento que você usou para defender a pirataria.

    “O governo deveria agradecer pela pirataria ser tão presente no Brasil, se não fosse, o índice de desemprego seria o maior do mundo”.

    Diante dessa lógica, o Governo do Estado de Pernambuco deveria agradecer ao tráfico de drogas por salvar da fome sertanejos desamparados. O Estado é um grande produtor de maconha. Os traficantes aliciam agricultores para que cuidem das roças da erva pagando, em média, R$ 50 a diária, enquanto o serviço normal do campo lhe renderia entre R$ 10 e R$ 12 reais. É fácil imaginar que um pai de família, com mulher e vários filhos para alimentar, morando em municípios do Interior, onde crianças ainda ficam cegas por falta do que comer, vão topar simplesmente jogar uma aguinha em cima de umas folhas de planta para poder ganhar algum dinheiro e não passar fome. Parece-me óbvio que uma pessoa dessa não pode ser comparada a um grande traficante. Sim, também acredito que haja gente que não é criminosa e vive de pirataria, assim como acredito que sejam pessoas trabalhadoras os vendedores dos quais você falou. Eu mesma, vez por outra, encomendo uns dvds a R$ 5 de um senhor da Paraíba que trabalha com filmes clássicos difíceis de achar – e sei que ele é uma pessoa honesta. Concordamos. O que não me parece fazer sentido é se argumentar que, DE UMA FORMA GERAL – e esse grifo é importante – quem trabalha com pirataria não tem ligação com o crime ou ao menos não ajuda o crime a crescer. Como bem disse Flyfish, alguém nesse meio está ligado ao mercado sujo. Para questionar o mínimo, alguém que vive de uma atividade que é considerada crime ou contravenção paga impostos, por exemplo?

    =*

  22. Cada vez que o Flyfish fala sobre o cinema de maceio eu fico com dó dele ahahahaha.

    Tudo depende da facilidade. Eu prefiro ir a video locadora aqui perto de casa para locar as temporadas de Dr House. porque essa locadora tem esse seriado, mas no caso de Eureka, que não encontro em video locadora nenhuma, e que uma temporada custa mais de 90 reais…

    só resta baixar…

  23. Essa dica é para quem não gosta de baixar musicas!
    Esse site voce escuta musica de graça,é um site da Terra! Veja só!,Da Terra!
    http://sonora.terra.com.br/#/Destaques/0/todos

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