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Gavestúdio – Pink Floyd: The Wall

O que levou a ser este, um dos que você DEVE ouvir antes de Morrer? Venha e conheça um disco que transformou as idéias de várias pessoas, seja referente a concepção de uma obra audio/visual, ou até mesmo pelas duras críticas referentes a sua época e por que não críticas que ecoam até hoje. Se prepare para conhecer a fundo um dos álbuns mais influentes da história da música, The Wall.


Primeiramente, gostaria de pedir desculpas a todos que acompanham o Gavestúdio, pois me ausentei durante uma semana por motivos carnavalescos. Na verdade foi a fuga do carnaval que me levou para longe do mundo virtual, o que acabou atrasando o review do The Wall, mas que foi tão bem preenchido pelo post do Anderson, muito obrigado a todos pela possível compreensão.(rs)

To feliz por fazer esse Review do disco The Wall do Pink Floyd… Mas também estou bastante preocupado, afinal não é  fácil falar de algo que influenciou tanto outros artistas , assim como mentes ao redor do mundo.

Bem, pra início de conversa, a pressão da gravação do The Wall devia ser demais, afinal os Floyds estava vindo de discos muito bons, como o The Dark Side Of The Moon, que foi um divisor de águas e, em quesitos como gravação efeitos e criatividade, foi um disco que realmente revolucionou. Também tinham lançado outros sucessos como Whish You Where Here e Animals.

Para começar as coisas pareciam que não iam dar certo, porque, primeiro os caras levaram um mega calote de um executivo que cuidava da banda, um tal de Norton Warburg, que torrou o dinheiro dos caras e sumiu. O resultado disso é que o disco foi gravado/mixado em 4 estúdios diferentes Nova York, Los Angeles e dois estúdios no sul da França.

Outra coisa que também estava estranha era o relacionamento do Rick Write com o Waters, que acabou afastando o tecladista de todo o processo de criação do disco, e chegou ao ponto dele ser demitido da banda, só retornando aos estúdios com o Floyd em 1987, no disco A Momentary Lapse Of Reason. Durante o tempo fora, Rick só tocava em concertos com o Floyd.

Para você que é um inculto e não sabe, grande parte dos álbuns do Floyd são os chamados disco conceitos (caso não saiba a definição, clique aqui). E não poderia ser diferente no The Wall.

O álbum conta a história de um “anti-heroi” chamado Pink que é mega excluído da sociedade desde pequeno, cria um muro em sua consciência, e um mundo novo dentro de si. E durante as alucinações causadas pelas drogas Pink transforma-se num ditador fascista apenas para que a sua consciência rebelde o ponha em tribunal, onde seu juiz interior ordena-lhe que mande abaixo o seu próprio muro e se abra para o mundo exterior.

É interessante pois o Waters põe em “cheque” nossas ambições, nossos desejos, e se nós tivéssemos todo o poder sobre o mundo?

Interessante também foi a inspiração do Waters para fazer esse disco, pois eles estavam excursionando com o show do Animals pelo Canadá, quando deu uma cusparada num fã apresentando um comportamento perturbador, a platéia reagiu contra Waters lógico, e então ele teve a idéia (nem podemos dizer idéia e sim um pensamento) de construir um muro entre o palco e os fãs.

Aqui você pode conferir a execução de Another Brink in the Wall, na turnê do disco The Wall em 1980.

Além de toda essa contribuição para o possível fracasso do disco, assim que foram iniciar a turnê, logo no primeiro show acontece um incêndio que destrói uma das cortinas do palco, e por pouco não causou maiores problemas.

O vídeo abaixo contém uma série de fotos que mostram MUITO bem o palco, e o capricho do Floyd para a turnê. Foi uma coisa grandiosa. Um grande muro, um boneco gigante (que pra mim seria o personagem “Pink”),  e os benditos fogos de artifício. Esse vídeo apesar de ser de fotos é muito bom.

Por incrível que pareça o único dos Floyds (que na época nem era mais um Floyd), que ganhou dinheiro foi o Rick. Ele recebia em espécie pois era músico contratado. Afinal o custo dos shows eram tão altos que acabaram dando prejuízo para a banda. Mas o sucesso de vendas do disco, e o relativo sucesso (que para Waters não foi suficiente) do filme acabaram deixando o disco como um dos maiores sucessos de vendas de todos os tempos.

O filme segue a mesma linha do conceito do disco, afinal a história e o enredo é todo baseado na obra em áudio, o que dá todo o sentido para as imagens, e conta justamente a idéia do Waters que afirma ser um disco de protesto contra o mundo. Pink viveu seus dias em total isolamento devido a perdas que a sociedade o impôs, deixando a temática do filme também pesada e carregada de sentimentos, é uma grande obra.

É difícil não classificar este disco como clássico, afinal ele serviu de inspiração para muita coisa produzida depois do seu lançamento, não só pelo lado musical, com Waters levando tão bem as músicas no seu contrabaixo, ou até mesmo os solos tão precisos e belos (diria até milimétricos do Gilmour), a bateria louca e tão calma do Manson, e até o sentimento colocado em cada acorde pelo Rick nos seus teclados, pianos e afins. Mas também pela própria concepção crítica do álbum, pelo sentimento nas letras, por todo aquele grito que sai de dentro das entranhas daqueles que um dia sentiram, nem que por um momento, o que o “Pink”, personagem principal da obra, sofreu.

Dê um jeito de conseguir este disco agora, ok?

E já sabem, quem comentar primeiro tem direito de dizer um número de 1 a 1001.

Boa sorte… pra mim!!

9 Respostas

  1. Gosto bastante de Pink Floyd… Eu tenho o dvd do filme The Wall, que é praticamente um clip gigante. rs

    Muito legal. Só senti falta da música clássica Another Brick on The Wall (na verdade tem várias versões dela) no post para ler escutando. Aquela música é muito foda… As vezes entro em transe escutando aquilo! Hehe

  2. “Só senti falta da música clássica Another Brick on The Wall (na verdade tem várias versões dela) no post para ler escutando.”

    Coloquei a versão ao vivo do show….rsrs no vídeo

  3. otimo post rapha ^^ clássico, pessoalmente gostei da versão de another brick in the wall do KORN,
    se ainda tiver valendo a parada dos albuns eu quero o 797
    o radiohead aparece varias vezes na lista ^^

  4. Eita…totalmente inesperado por mim…rsrsr– Radiohead | The Bends

    Vai ser um desafio…nunca parei pra ouvir Radiohead com calma…mas tenho um amigo super fã…

  5. another brinck the wall nao toca no filme ? tomara q o filme tenha uma boa historia

    another brink the wall tem tres partes(a mais doida é a 3)

  6. Tb gosto muito de Pink Floyd tb.

    como todos comentaram sobre Another Brick in the Wall, será que alguem conheçe uma versão que foi feita pra o filme Prova Final ? Achei uma versão bem legal, quem tocou foi o Class of 99, grupo formado só pra isso mesmo e era formado pelo Vocalista do Alice in Chais e o Guitarrista Tom Morello do Rage Against the Machine.

    Teve gente que odiou mas eu achei bem legal.

    flw

  7. eu tenho o filme tbm,eu ñ entendi nada da historia mas é bem legal vale a pena assisti.

  8. o lucas se tinha q me imrestar esse filme quando a gente tava na escola juntos vc podia ter me emprestado o filme, o prof fabio me mandou um clip medonho q me tirou o sono por muito tempo

  9. malz gabriel é que eu consegi o filme no fim do ano passado xD

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