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Desenterrando Tranqueiras: Warhammer 40.000 – Dawn of War 2

O pessoal que frequenta o Gaveteiro já deve ter notado que eu sou um grande fã da franquia Warhammer 40.000, seja dos jogos de PC, do RPG ou do wargame. Apresentando um cenário distópico futurista, extremamente militarista e repressivo em todos os níveis da sociedade, a franquia nasceu em 1987 pelas mãos de Rick Priestley, sendo produzida pela Games Workshop, empresa já veterana no ramo de wargames. Ao longo de décadas de existência, a franquia migrou para várias mídias, inclusive livros, um filme em CGI anunciado em Setembro de 2009 entitulado “Ultramarines” e vários jogos eletrônicos para diversas plataformas.

O primeiro RTS para PC, Warhammer 40,000 – Dawn Of War, já teve uma video-análise publicada aqui por mim a algum tempo atrás. Dessa vez, falarei de sua sequência lançada em Fevereiro de 2009, Warhammer 40,000 – Dawn of War II.

O JOGO


Dawn of War 2 é um jogo estremamente diferente do primeiro e suas expansões. Enquanto o jogo anterior era um RTS como nós bem conhecemos, focado na construção de bases e tropas, melhoria do equipamento e o domínio por pontos estratégicos no mapa, DoW 2 usa uma fórmula diferente de estratégia. Dessa vez, você começa o jogo controlando um Force Commander – um tipo de comandante de campo – e um pequeno esquadrão tático dos Space Marines. Suas tropas são fixas, você não tem uma base para construir e defender, já que o posto de comando das suas tropas é uma grande nave de batalha orbitando o sistema solar no qual você faz suas missões.

Cada grupo de soldados, com cerca de 3 ou 4 membros, tem um líder que nunca morre em combate. Quando vencido, esses personagens acabam apenas desacordados e podem ser reanimados por outros membros da sua força. Ao dominar pontos estratégicos no mapa de cada missão, você tem a oportunidade de substituir soldados mortos em combate. Cada vitória, soldado inimigo morto e outros objetivos alcançados dão pontos de experiência para suas tropas, que podem subir de níveis te permitindo colocar pontos em seus atributos, customizando-os da forma como você preferir. Além disso, durante as missões você pode encontrar peças de equipamento como armaduras e armas melhores para equipar em seus personagens.

Infelizmente as fases do jogo seguem um esquema extremamente linear. Você sempre invade um território ocupado por forças inimigas, luta até chegar no final e enfrentar um Boss. Sem falar que você, em geral, estará revisitando o mesmo mapa pelo menos umas cinco vezes ao longo do jogo, apenas mudando que exército inimigo você encontra lá e o motivo que o levou até aquele mapa novemente. Vez ou outra você terá que cumprir uma missão de defesa de algum ponto estratégico conquistado anteriormente, mudando um pouco o esquema das missões. Felizmente, a história desse jogo está muito melhor desenvolvida que em DoW 1, com personagens muito mais cativantes. O fato de suas tropas evoluírem, ganharem novos equipamentos e poderes também ajuda a amenizar essa linearidade.


O fator tático aqui é bastante enfatizado. Cobertura deve ser utilizada frequentemente para reduzir o dano de ataques recebidos, o papel de cada tropa é vital contra certos tipos de inimigo ou em certos tipos de terreno, o equipamento deve ser cuidadosamente escolhido. Granadas, bombas anti-blindagem, artilharia, metralhadoras pesadas, lança-chamas, jatos de salto, teleportadores… Tudo tem sua utilização e pode virar o jogo se utilizados de forma correta.

A HISTÓRIA

O seu personagem, um Force Commander de grande prestígio em sua legião de Space Marines entitulada Blood Ravens, acaba de ser transferido para o Sistema Aurelia, onde os Blood Ravens realizam seus rituais de recrutamento de tempos em tempos. O sistema está infestado de Orcs e o alto comando espera que você seja capaz de deter este levante dos malditos xenos verdes, caso contrário, todo o futuro da legião estará selado. Ao longo do jogo, você descobre que há muito mais por trás dos ataques orcs, sendo os Eldar, os elfos do espaço de Warhammer 40,000, responsáveis por incitá-los.

No entanto, há ainda mais por trás disso. Os Eldar não estão incitando os Orcs apenas para atacar os Space Marines por ódio, mas para enfraquecê-los quando uma ameaça mais terrível chegar: os Tyranids.

3 Respostas

  1. eun unca joguei esse jogo mas falaram q é muito bom

  2. gostei tbm vou ver se arrumo pra jogar

  3. Pelo que vc falou esse jogo me parece muito com o Myth que jogava quando era bem novo. Eu não me agrado muito desse tipo de jogo de estrategia que já viemos com o exercito pronto e temos que administra-lo durante a batalha.

    Ainda sim gostava muito de Myth, e algo parecido com ele eram os jogos da franquia Comandos, que lhe colocava com um numero minimos de soldados de elite no meio dos terrenos ocupados por nazistas.

    Jogos da franquia Comando e Conquer e Battle for Middle Earth lhe colocam em missões assim as vezes, e elas exigem um pouco mais da pericia do jogador.

    Espero que tenha entendido direito como funciona o jogo da analise, senão acabei falando um monte de bobagens.

    flw

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