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Crítica: The Walking Dead – Primeira Temporada

Pequenas traças, hoje temos uma crítica um pouco diferente, trataremos de um enlatado televisivo. E este enlatado é nada mais nada menos do que aquele que foi um dos principais eventos televisivos norte-americanos em 2010: The Walking Dead, o seriado que surgiu a partir de uma famosa série de quadrinhos e chamou a atenção dos fãs de zumbis do mundo todo; parte pelo investimento pesado em marketing, parte pela qualidade da série, a qual de fato não apresenta nada de novo, mas que teve uma primeira temporada curta e até bem divertida.

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Crítica: Tron – O Legado, de Joseph Kosinski

Quando os primeiros trailers de Tron – O Legado (Tron Legacy/EUA/2010) começaram a ser exibidos nos cinemas, ainda em 2008, ficou claro que poucas pessoas sabiam que se tratava de um continuação. O título do filme de 2010 poderia muito bem ser empregado para traduzir a herança que Tron – Uma Odisséia Eletrônica (1982) deixou para a ficção-científica vindoura. São incontáveis as referências ao filme de 1982 que podem ser encontradas em sci-fis até bem recentes, e mesmo não sendo um grande filme, Tron pode ser considerado a pedra fundamental da computação gráfica no cinema. Bem semelhante ao primeiro, a continuação que aportou nas telonas quase 30 anos depois do original vem com sabor de ideias requentadas, mas funciona plenamente enquanto uma diversão de matinê.

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Crítica: Go! Vamos Nessa, de Doug Liman

Doug Liman não poderia ter sido apresentado ao grande público de maneira mais eficiente; depois do burburinho que criou nos círculos independentes com “Swingers – Curtindo a Noite” o diretor nova-iorquino teve a chance de levar para as telas um autêntico conto da juventude dos anos 90. Claro, há certo exagero nas doses de adrenalina e dinamismo nas três histórias que se intercalam durante toda a projeção; mas é fato que o roteiro consegue amarrar drama, ação e humor em 100 minutos de tirar o fôlego.

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Crítica: Megamente, de Tom McGrath

É complicado assistir qualquer animação no cinema sem fazer uma comparação, mesmo que rasteira, com os filmes de Pixar. Contudo, estúdios como a Blue Sky e a Dreamworks Animation vêm buscando seus lugares ao Sol, e com o tempo e a experiência parece que estão aprendendo como fazer as coisas. Megamente (Megamind/EUA/2010), a mais nova animação da Dreamworks, chega aos cinemas totalmente desprovido da soberba de Shrek; e vejam só, funciona muito bem. Recontando uma história bastante batida, o diretor Tom McGrath consegue divertir de forma simples e explora com esmero os efeitos de terceira dimensão, obrigatório em todas as animações a serem lançadas.

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Crítica: Demônio, de John Erick Dowdle

O trailer do primeiro filme da trilogia The Night Chronicles, a qual será baseada em histórias concebidas pelo cineasta de origem indiana M. Night Shyamalan, fisga a atenção; não pelos efeitos visuais ou edição arrojada (tão empregada para enganar os freqüentadores de salas de cinema), mas pelo vislumbre de originalidade. Sim, digam o que quiserem, mas Shyamalan conseguiu estabelecer-se como um diretor autoral de filmes acerca do sobrenatural; bem, com um ou outro deslize durante a carreira, mas quase sempre buscando entreter com histórias novas e incomuns. A pedra fundamental de Demônio (Devil/2010/EUA) vai bem por aí, mas como M. Night apenas produz muito do viço que o filme poderia ter acaba se esvaindo.

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Crítica: Elantris, de Brandon Sanderson

Como vocês podem ver, nessa crítica de sábado eu, Aiken Frost, venho substituir meu camarada Fábio. E como eu não poderia deixar de ser um bizarro, essa crítica não será sobre um filme e sim um livro.

Hey, não me culpem. O nome da coluna é Crítica de Sábado, em nenhum lugar vem dito que eu devo falar de filmes. Além disso, o próprio Fábio me sugeriu essa opção. E não, isso NÃO deveria estar no Tomo da Traça. Ok, parem de discutir e me acompanhem aqui, certo? Se vocês seguirem minha indicação, garanto que não irão se arrepender.

Certo, prosseguindo…

Parafraseando a espetacular introdução do livro, Elantris era a cidade dos deuses. De uma beleza inenarrável, seus habitantes eram ainda mais incríveis. Escolhidos de forma aparentemente aleatória e transformados por uma força misteriosa, o Shaod, essas pessoas se tornavam muito mais do que meros humanos. Soldados, nobres, camponeses ou mendigos, todos aqueles escolhidos pelo Shaod abandonavam tudo o que eram e iam para Elantris, destinados a governar com glória e sabedoria, comandar poderosas forças mágicas e serem adorados por toda a eternidade como seres divinos.

Como dito no livro, a eternidade terminou dez anos atrás.

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Crítica Classic: Donnie Darko, de Richard Kelly

Ficção científica, críticas sociais mordazes e viagens no tempo; este é o temário básico em torno do qual orbita Donnie Darko (EUA/2001), filme independente composto por um elenco e uma equipe de produção diversificados, porém totalmente focados na apresentação de uma obra inteligente e que mescla elementos tão díspares que apenas o público de cinema não bitolado é capaz de assimilar o conjunto.

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